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23/09/2020 07:30

#CalendárioDasArtes - Animação sobre os orixás, "Oríkì" ganha versão acessível com Libras, Audiodescrição e Legenda (LSE)

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“Oríkì”, curta de animação de desenhos, dirigido e adaptado pela cineasta e professora Pâmela Peregrino, a partir do texto original de Jeaney Calabria, terá versão acessível com Libras, Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE) e Audiodescrição para inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual. O projeto é apoiado através do Edital 001/2020 Calendário das Artes 2020 - 8ª Edição, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada a Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

A tradução e interpretação de Libras é realizada pelo professor Wermerson Silva do grupo Construindo Saber Èdè Lami da UESB e a Audiodescrição e a LSE é elaborada pela professora Deise Medina dos grupos LINTRA - IFBA e TRAMAD - UFBA, tendo como consultor de audiodescrição o Jornalista Ednilson Sacramento.

O filme é resultado dos projetos de extensão "Oríkì: a pandemia e a cosmovisão dos povos de terreiro" e "Ìtàn: Contando História de Orixás com Cinema de Animação", ambos da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Foi produzido durante a quarentena por estudantes, professores da UFSB, membros da comunidade externa e integrantes do Terreiro Abassá da Deusa Òsùn de Idjemim. Realizado de forma remota em respeito às orientações de afastamento social.

O roteiro da animação apresenta uma poética sobre a morte, a doença e a cura, para valorizar e fortalecer a cosmovisão de Povos Tradicionais de Terreiro num contexto de pandemia. No filme, Iku (a morte) circula no mundo inteiro. Os Òrìsàs se unem para encontrar a cura e dividir com a humanidade. Os desenhos de personagens são da ilustradora e professora Annaline Curado. A Direção Musical e música original é do artista e compositor Marcelo Maroon.

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Sinopse: O filme Oríkì é uma animação de desenhos que apresenta uma poética sobre a morte, a doença e a cura, para valorizar e fortalecer a cosmovisão de Povos Tradicionais de Terreiro num contexto de pandemia. No filme, Iku (a morte) circula no mundo inteiro. Os Òrìsàs se unem para encontrar a cura e dividir com a humanidade. A versão acessível conta com tradução em Libras, Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE) e Audiodescrição para inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual. O filme é resultado dos projetos de extensão "Oríkì: a pandemia e a cosmovisão dos povos de terreiro" e "Ìtàn: Contando História de Orixás com Cinema de Animação", ambos da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Foi produzido durante a quarentena por estudantes, professores da UFSB, membros da comunidade externa e integrantes do Terreiro Abassá da Deusa Òsùn de Idjemim. Realizado de forma remota em respeito às orientações de afastamento social.

As propostas selecionadas pelo edital Calendário das Artes - 8ª edição serão disponibilizadas no canal da Funceb no Youtube. Inscreva-se e ative as notificações para não perder nenhum vídeo!

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